sábado, 10 de janeiro de 2009

número 2



Não há ar, falta-me o ar... quando estou nesta prisão, quando sinto que não estou acompanhado, quando sinto desperdício, no presente, em tudo.
Faz-me impressão pensar que não há nada no mundo pelo o qual vale a pena morrer, pior seria se fosse viver.


Monotonia é igual a tristeza.


Constatar que os sonhos antigos não são o presente, já não têm essência, já não têm o porquê, estão arquivados. E que novos? Valem a pena? Merecidos?


Não ter\haver futuro é igual a decadência.


É preciso um passeio pelo espaço, de mãos atrás da cabeça, a ver as cores das galáxias, ouvindo a música certa, evitando buracos negros, deslizando...." On, and on, and on, and on, and on...."

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