"- It´s been a brilliant journey of self awaking. Now you simply have to ask yourself this: what is happiness to you, david...
- I wanna live a real life...I don´t wanna dream any longer...
- Any last wishes?
- Let them out there read my mind...
- I wish you well, david.
...
- Look at us...I´m frozen and you´re dead. And I love you...
- It´s a problem.
- I lost you when I got in that car, I´m sorry. Do you remember what you told me once? Every passing minute is another chance to turn it all around.
- I will find you again...
- I will see you in another life, when we are both cats..."
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
" Eu quero doce"

"Eu conheço um rapaz duro, mas doce
Ele é tão bom, ele não pode ser batido
Ele tem tudo o que eu desejo
Coloca o sol de verão em chamas.
Eu quero doce, eu quero doce.
Vou vê-lo quando o sol se pôe
Não há rapaz melhor na cidade
Você é a minha cara,que o médico recomendou
Tão doce, você me dá água na boca.
Eu quero doce, eu quero doce.
Doce na praia, não há nada melhor
Mas eu gosto de doce quando estou envolvido em um suéter
Alguns dias em breve eu vou fazer-lhe meu,
Então eu vou ter doce todo o tempo.
Eu quero doce, eu quero doce.
Eu quero doce, eu quero doce..."
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Agosto 2007

Então, estava eu na praia, numa qualquer, era quase noite, o sol já se tinha quase ido. Não se via ninguém, apenas umas pessoas lá ao fundo. Os meus amigos já estavam numa das casas em frente á praia, a preparar o jantar, e soube bem depois de um mês intenso com eles, estar sozinho.
Era impossível não ver a Lua... Ía alta, com uma mistura prata e azul, a contrastar com o vermelho do outro lado do céu, onde o sol se tinha posto.
A areia estava um bocado fria, comparando-a com a do meio-dia.
Comecei a entrar na água. Tinha algas até ao joelho, e sempre me fez impressão não conseguir ver o que estava por baixo, por isso segui em frente, onde só havia água e areia. Mas já não havia grande luz, a água estava cinzenta... Estava contra o vento, estava contra a maré, via ao longe o horizonte. Senti -me incrivelmente selvagem, humano, vivo, jovem, natural. Deixei-me ir pelas sensações e comecei a boiar com o ritmo do mar. Por cima de mim lá estava ela, quase cheia, como uma coisa que nos é prometida e chegará em breve.
Quando me pus em pé parecia que tinha voltado ao mundo. Saí, e enrolado na toalha observei tudo o que havia a observar. De repente, apeteceu-me não estar sozinho.
Ouvia a minha respiração, sentia o meu corpo a precisar de uma banho quente. Então despedi-me da praia e caminhei para casa.
Soube apreciar este momento e guardei-o.
Aconteceu num dos últimos dias de Agosto, era o fim do verão.
sábado, 10 de janeiro de 2009
número 2

Não há ar, falta-me o ar... quando estou nesta prisão, quando sinto que não estou acompanhado, quando sinto desperdício, no presente, em tudo.
Faz-me impressão pensar que não há nada no mundo pelo o qual vale a pena morrer, pior seria se fosse viver.
Faz-me impressão pensar que não há nada no mundo pelo o qual vale a pena morrer, pior seria se fosse viver.
Monotonia é igual a tristeza.
Constatar que os sonhos antigos não são o presente, já não têm essência, já não têm o porquê, estão arquivados. E que novos? Valem a pena? Merecidos?
Não ter\haver futuro é igual a decadência.
É preciso um passeio pelo espaço, de mãos atrás da cabeça, a ver as cores das galáxias, ouvindo a música certa, evitando buracos negros, deslizando...." On, and on, and on, and on, and on...."
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